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18 de agosto de 2015

AÇORES: island hopping atlântico

Os próximos posts serão dedicados a 6 das 9 ilhas do meu coração, de onde acabei de chegar, depois de 2 semanas cheias de azul, verde e vacas, cheiro a hortelã, bôlo lêvedo e linguiça, caminhadas no meio de hortênsias, pastagens, lagoas e montanhas, festas do mar na cidade, mergulhos cristalinos e pessoas do melhor que há.

Para quem ainda não sabe, este é provavelmente o melhor island hopping atlântico do planeta e aqui fica um cheirinho de porque os Açores estão –finalmente- na moda.

São Jorge - Fajã das Almas

Pico - Sunset nas Lajes

Faial - Regata na Semana do Mar

Corvo - Caldeirão

Flores - Rocha dos Bordões

São Miguel - Lagoa do Fogo

29 de janeiro de 2015

philipine fun

As Filipinas e as suas mais de 7000 ilhas espalhadas entre o mar da China e o Pacífico são provavelmente um dos países mais fantásticos para nos perdermos. 
As paisagens, a comida, as praias, os trekkings, o mergulho, a simpatia dos filipinos e até a loucura desenfreada de Manila multiplicam os motivos para irmos até lá.

É o destino perfeito para pôr em stand by os grandes itinerários terrestres porque o mais certo é passarmos grande parte do tempo dentro de água. E estar certo de que qualquer que sejam as escolhas, nas Filipinas estamos sempre em situação win-win!

E porque é que se deve pensar seriamente em ir já apanhar um avião para lá? 
Aqui ficam alguns motivos:

- Porque as paisagens são maravilhosas: terraços de arroz, praias paradisíacas, rios subterrâneos, cavernas, montanhas e vulcões. Há para todos os gostos.




- Porque a comida é deliciosa: marisco, peixe grelhado, molho de soja, arroz, noodles e o sweet chicken adobo.




- Porque é um dos paraísos do mergulho/snorkeling: há todo um mundo para descobrir debaixo de água.




- Porque também é um dos paraísos do trekking: há infinitas possibilidades de caminhadas de várias horas ou vários dias, ainda com o je ne sais quois de aventura que já falta noutros locais mais turísticos e batidos.




- Porque tem praias escondidas daquelas que só aparecem nos sonhos.




- Porque mesmo na loucura de uma cidade do outro lado do mundo como Manila encontramos cantinhos que têm tudo a ver connosco.




- Porque tem meios de transporte públicos castiços, como o jeepney, um jipe do tempo da 2a Guerra ressuscitado com uma Philipino style make up.




- Porque a maioria das pessoas são –mesmo- tão simpáticas e têm uma maneira tão característica e humilde de nos fazer sentir especiais.




Vamos lá Filipinas!

6 de outubro de 2013

Street Food Bliss

Sempre quis ter um blog de comida.
Um blog daqueles com imagens gulosas de pôr água na boca, com receitas fáceis tipo “Cooking for Dummies” e dicas com todos os melhores sítios para se petiscar. Mas a culinária é, para mim, uma paixão relativamente recente e de um modo ou de outro sempre achei que não me dedicava suficientemente à comida para isso.

Então tenho um blog de viagens.
Curiosamente também acho que não me dedico suficientemente às viagens. Mas ao menos a paixão, essa é antiga.

Este post é o melhor dos dois mundos.
Não acham que uma das melhores coisas de viajar é experimentar as comidas de outras paragens?
O que é que se come... onde... delicious... e já agora... low cost?
Aqui ficam as minhas recomendações gastronómicas com um pequeno alerta: são pouco reprodutíveis em casa. O melhor é ler e pegar já na mochila.
(as fotos tirei da net)



BUREK, Sarajevo


Este pitéu vem dos tempos do império Otomano e por isso podemos apreciá-lo da Turquia às Balcãs em qualquer Pekara (pastelaria). É um folhado que pode ser recheado de carne, queijo ou vegetais, servido quentinho, perfeito.



ACARAJÉ, Salvador da Bahia


O Acarajé é um must da gastronomia afro-brasileira típica da Bahia. É um pastel de feijão frito em óleo de palma e recheado de camarão, coentros, pepino. Super hot e super fresh ao mesmo tempo. E o melhor é que é tão frequente termos vontade de o comer como vermos baianas a vendê-los enquanto os cozinham em muitas ruas de Salvador.



FOCACCIA, Bologna


Delicioso bite italiano recheado com os melhores ingredientes mediterrânicos: queijo, carne, tomate e uma panóplia de vegetais virtualmente infinita. Tudo temperado com azeite, sal, ervas aromáticas.
E como na pizza, o segredo está na massa.



FALAFEL, Amman


Tradicional no Médio Oriente, o falafel é um pastel de grão que surgiu como substituto da carne nos períodos de jejum. Normalmente é frito e comido dentro de um pão pita. Acompanha com tomate, pickles e molho tahini (à base de sementes de sésamo).



HOT DOG, New York


Um dos clássicos! Especialmente nos States no meio da classe trabalhadora que não tem tempo para perder à hora de almoço.
Uma salsicha dentro de um pão, com mostarda e ketchup. How simple is that? E o melhor é que tem mil variantes: com mayonese, com batata frita, com chilli, com vegetais. Eu gosto dos meus “com tudo”.



GYROS, Atenas


Um bite de carne assada em espeto vertical e cortada em pedacinhos. É servido em pão pita com tomate, cebola, e molho tzatziki (à base de iogurte, pepino e limão). Delicioso.



HARIRA, Marrakech


A Harira é a sopa tradicional do Maghreb à base de tomate e lentilhas. Espessa e de sabor apuradíssimo é servida com ovo cozido ralado, salpicada de ervas frescas e aromatizada com canela, cominhos e gengibre.



PAD THAI, Bangkok


Esqueçam os gafanhotos fritos. O pad thai é a street food mais popular na Tailândia. Noodles cozinhados em woks gigantes, em cozinhas improvisadas ou mesmo ao ar livre. Levam camarão ou frango, rebentos de soja e ovo e são aromatizados com molho de soja, malagueta, açúcar, cebola frita, amendoins tostados, lima e coentros. Um autêntico festim para os sentidos.



KOSHARY, Cairo


O Cairo devia era andar nas bocas do mundo por causa desta iguaria que se pode encontrar em qualquer esquina da cidade. E tem tanto de errado como de certo. Primeiro é uma mistura de macarrão, arroz, lentilhas e grão de bico (weird??) polvilhado de cebola frita, molho de tomate e limão. Parece tão estranho e tão básico e tão sem sabor que podemos sentir-nos tentados a pedir outro prato. Mas os restaurantes de koshary só servem koshary... e ainda bem, porque não dar a primeira garfada, isso garanto, seria um big mistake. 




BIRYANI, Delhi


O Biryani não é só um arroz carregado de especiarias servido com iogurte curdo. Há uma alquimia ou um ingrediente secreto qualquer que lhe faz explodir o sabor. Esse ingrediente pode muito bem ser o cheiro do céu poluído de Delhi, misturado com os gritos dos chaiwallahs, misturado com o embalar de um comboio em andamento.



GREEK SALAD, Santorini


Grega. A rainha das saladas. Tomate, azeitonas, oregãos e um grande pedaço de queijo feta, regado de azeite. Tá tudo dito.



FOLHAS DE COCA, La Paz


Correndo o risco de ofender algum apreciador de comida andina, a verdade é que não morri de amores pela gastronomia portátil local, sorry.
Não vou dizer porquê, digo só que o melhor é brindar à Pachamama e seguir mascando umas folhas de coca. Podem não ser muito saborosas, mas têm outras propriedades curiosas.


Tuck in people!

30 de maio de 2013

Andalucia

Juro que não fiz de propósito, mas parece que todos os meus últimos caminhos foram dar à Andalucia, a província do Sul de Espanha, aqui mesmo ao lado de Portugal.
Já suspeitava mas comprovei: fiquei in love por esta região!

Porquê?
Porque é uma zona cheia de Sol, logo num ano em que este custou a chegar a Portugal!
Porque se respira influência mourisca em Sevilha, Córdoba e Granada, ideal para ávidos consumidores de misturas culturais.
Porque se come bem. Sim, o cliché “em Espanha come-se mal” já era, principalmente se nos pusermos a dominar a arte do “tapeanço” com todos os seus predicados.
Porque quando penso em Espanha penso em vestidos às bolas, xailes, touros, flamenco, o que me transforma a Andalucia na “província mais espanhola de Espanha”.... 
... mas também porque se estiver “home sick” algumas paisagens me fazem lembrar o Alentejo.... e adoro o nosso Alentejo.
Porque -é mesmo verdade- podemos fazer ski na Sierra Nevada de manhã, dar um mergulho no Mediterrâneo à tarde, e apanhar o barco para Marrocos à noite! (mas isso é outra história)
Porque a Primavera é uma das épocas festivas mais animadas em Espanha, principalmente na Andalucia, onde cada pátio se veste de flores para competições, procissões, decorações e onde em cada “fiesta” se ouvem golpes de sapateado no chão a fervilhar de emoção andaluza! 

Olé!









... só um cheirinho!