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26 de outubro de 2009

Ventos de Potosí

14-Setembro-2009

De tarde passeamos pela cidade. Andamos pelo mercado central, um autêntico “souk” de ruas estreitas e mercadorias estendidas. Chamam-me a atenção os collants quentes – já a pensar no frio que poderei sentir no Salar de Uyuni.

Subimos ao mirador da Torre da Companhia de Jesus de onde temos vistas sobre os telhados da cidade e sobre o Cerro Rico absolutamente fantásticas, principalmente com a luz da tarde.








Por volta das 17h os miúdos saem da escola. Andam de uniformes com as cores da escola.
Os velhotes aproveitam o Sol sentados nos bancos de jardim, como aqui. Há uma senhora que dá milho a pombos, como aqui.





Adorei Potosí. Tenho pena de ainda não me ter habituado à altitude. A dor de cabeça e o ofegar continuam.
E está frio. Ainda bem que a cama tem 7 cobertores.

As minas de Potosí

14-Setembro-2009

Potosí situa-se numa planície desolada e é a cidade mais alta do mundo a 4100m de altitude. É igualmente a cidade mais fascinante e trágica da Bolívia.

"I am rich Potosí, treasure of the world, king of the mountains, envy of kings."

A construção de Potosí inteira aconteceu devido à descoberta de prata na montanha aí existente conhecida por Cerro Rico.

O Cerro Rico foi basicamente a fonte de prata mais rica do mundo de tal forma que no início do sec XVII Potosí era nada mais nada menos que a cidade mais rica do império Espanhol ao nível de Madrid e internacionalmente de Londres. Diz a lenda que com a prata descoberta na montanha daria para contruir uma ponte a ligar Potosí a Madrid.

Mas esta riqueza toda foi conseguida com recurso a mão de obra escrava (local ou trazida pelos colonizadores de África)... e cerca de 9milhões de pessoas morreram ao longo de 3 séculos de trabalhos forçados nas minas.
Pelo que há assim um certo sentimento de tristeza misturado nas ruelas coloniais e pitorescas da cidade.

Decidimos visitar as minas onde ainda trabalham muitos homens na extracção de minério (estanho..) na esperança de um dia encontrarem também algum resto de prata...




Perto da entrada das minas levam-nos a um mercado chamado "O Mercado dos Mineiros" onde nos é sugerido que compremos presentes para levar aos mineiros: saquinhos com folhas de coca (explicam-nos que é o único alimento dos mineiros ao longo do dia de trabalho das 10-17h pois lhes dá a sensação anestésica de não terem dores nem fome), bebidas tipo fanta e coca-cola, álcool etílico (96º que usam para oferendas ao "Tio", o deus do minério, e também para beberem), cigarros e dinamite (consta que este é o único sítio do mundo onde se pode comprar dinamite sem uma licença especial).

Depois somos conduzidos a uma espécie de balneário onde nos providenciam roupa de protecção: calças e casaco impermeável, galochas, capacete e foco para pôr na cabeça.
Avisam-nos que vamos entrar num ambiente desagradável e perigoso cujas medidas de segurança são muitas vezes deixadas ao cuidado de forças sobrenaturais....

O nosso guia é muito simpático e num inglês perfeito explica-nos que o seu pai e irmão também trabalham numa mina como a que vamos visitar.

Dentro das minas percebemos que são constituídas por uma "avenida" principal por onde andamos e onde passam os troleys (sobre carris) com os minerais para o exterior. Depois existem ramificações que levam às chamadas "paragens" onde os mineiros trabalham.

O ambiente é poeirento, o chão molhado onde por vezes submergimos os pés, o tecto é baixo onde por vezes temos que nos agachar para passar. Quanto mais descemos mais abafado o ar, mais alta a temperatura.

Não encontramos muito mineiros a trabalhar (hoje é fiesta em Potosí), o que à partida os turistas apontam como um facto negativo...
Mas para mim é menos uma sensação negativa... não imagino como seria encontrar gente a trabalhar nestas condições (recebendo 5€ por semana), e nós ali a torná-los numa espécie de atracção turística... Já foi o suficiente encontrarmos 2 mineiros na sua pausa a meio do dia e vê-los a encher a boca com folhas de coca levadas por nós....



Antes de saírmos, visitamos o "Tio", o senhor do submundo e dos minérios, ao qual devem ser feitos sacrifícios de modo a que os mineiros possam encontrar minerais, enriquecer e claro, sair das minas com vida.

Para garantir que o "Tio" tem saciada a sua sede de sangue são feitos sacrifícios de lamas à entrada das minas. Para além disso são-lhe oferecidas folhas de coca, cigarros e alcool pelo menos 1 vez por semana.


Ainda que o "Tio" esteja relacionado com divindades pré-columbianas, não há dúvida que também deve muito à crença cristã e qualquer semelhança com representações demoníacas do anti-cristo não podem ser apenas coincidências.
Se há um Céu e um Inferno, as minas de Potosí são certamente o Inferno...

Os mineiros e a população da Bolívia no geral são hoje praticamente todos cristãos. Mas se quando estão à superfície da Terra adoram Cristo e a Virgem participando nas suas festividades e eventos religiosos, quando vão trabalhar dentro do mundo subterrâneo das minas é certamente ao "Tio" que pedem os seus milagres.

19 de outubro de 2009

BUS MEMORIES I - La Paz to Potosí

13-Setembro-2009

No terminal de BUS sentamos perto do que eu chamo uma “janela de fast food boliviana” onde comemos uma sandes de ovo estrelado e tomamos um mate de coca na esperança que nos ajude a combater o mal das alturas durante a viagem nocturna para Potosí.




Pagamos uma franquia para embarcar no autocarro e finalmente entramos.
Os autocarros são muito bons (cai o mito nº1 “os autocarros na Bolívia são daqueles em que viajamos com as galinhas”), pelo menos aqueles destinados a grandes distâncias nocturnas. Viajamos no chamado BUS-CAMA cujos assentos são reclináveis quase até à horizontal e muito confortáveis.
Mas dado o cansaço tudo desaparece rapidamente assim que adormecemos. Nem o rapaz a cantar para conseguir uns trocos nem o senhor a vender escovas de dentes nos mantiveram acordados.

14-Setembro-2009

Amanhecemos em Potosí. Ou melhor, anoitecemos.... pois a viagem de 10h previstas acabou por ficar resolvida em apenas 9h (cai o mito nº2 “os autocarros na Bolívia até chegam com dias de atraso”) e às 05h30 chegámos. Num minuto saímos, recebemos as mochilas e o autocarro desaparece deixando-nos no meio de uma rua escura que nem breu: o terminal de BUS de Potosí.

É que o conceito de terminal de autocarro como sendo um edifício onde chegam vários autocarros de várias companhias, não existe.
O que existe – que nós só descobrimos depois – são pequenos escritórios à beira da estrada em cujas fachadas estão pintados os horários e destinos praticados por determinada companhia, à porta dos quais estacionam os respectivos autocarros.

E a esta hora da manhã... do que mais precisamos continua a ser de uma cama. Fazemos as contas: nas últimas 90h apenas dormimos 6h na horizontal.

Mas não me estou a queixar...

16 de outubro de 2009

La Paz

13-Setembro-2009

La Paz foi fundada pelos colonos espanhóis dada a sua localização estratégica a meio caminho entre Cuzco (capital do Império Inca e depois do Império Espanhol na América Latina) e Potosí (cidade que sustentou em grande parte os luxos do império por causa das minas de prata encontradas no Cerro Rico).
La Paz sempre viveu das benesses comerciais que o facto de se situar na intersecção desta rota com a rota da coca (Altiplano - Yungas) lhe trouxe. É por isso uma cidade essencialmente comercial.
E é também essencialmente uma cidade feia. Exceptuando um ou outro apontamento arquitectónico deixado pelos espanhóis, como a igreja de San Francisco, é uma cidade de casas de tijolo e prédios mal acabados espalhados pelas encostas acima.




Chegamos à Calle Sagárnaga que aparece referenciada no Rough Guide como “Gringo Alley”. Uma espécie de Khao San Road latina onde se organizam todo o tipo de actividades, excursões e expedições e onde há todo o tipo de serviço tourist oriented.
Mas aqui é diferente. La Paz não é propriamente uma cidade de turistas.
É uma cidade mal amada por causa da altitude e do horror arquitectónico. “Porquê La Paz?”
Lembro-me da 1ª impressão que tive de Nápoles. “Porquê Nápoles?”.

Tratamos de checkar a reserva do tour no Salar de Uyuni no Turismo Bolívia-Peru e depois almoçamos. Não se podem tomar aspirinas de barriga vazia... e a cabeça ameaça estoirar.
Falamos espanhol por isso são sempre simpáticos connosco, apesar de sermos gringos.

Ali perto na Calle Linares, aka Calle de las Brujas é o Mercado Hechicheria (Mercado da Bruxaria) onde se vendem todo o tipo de items esotéricos utilizados em rituais religiosos indígenas... desde bonequinhas tipo vudu, kit de oferendas para colocar em altares aos deuses, fetos de lamas.... etc...





Visitamos o museu da coca, que não é mais do que uma sala com uma exposição liceal com cartazes de cartolina e maquetes sobre o cultivo da planta até aos malefícios da cocaína e à invenção da Coca-Cola, a bebida energética que substituiu o álcool durante a lei seca nos Estados Unidos e que supostamente continha cocaína na sua composição.

Descemos a Av. Prado pois suspeitamos de boas vistas sobre as montanhas que rodeiam a cidade. E como diz o ditado “a descer todos os santos ajudam”.
Mas quando subimos a coisa muda de figura.
Há muitos mini-bus (aqui chamam-se micros) de cujas janelas se gritam o(s) destino(s). Apitam e perguntam se queremos entrar. Os micros levam mais ou menos 10 pessoas mas o lema deste serviço é “há sempre espaço para mais um”. Não se importam os condutores nem os passageiros. Tudo é melhor que subir estas ruas a pé.
E eu sinto-me ridícula por não conseguir acompanhar o passo de uma velhota de sacola às costas. Nem de perto nem de longe. Mas não somos só nós. Reparamos que a maior parte dos micros descem a rua vazios e sobem cheios de gente.



Aproveitamos para experimentar salteñas, uma especialidade proveniente de Salta na Argentina (perto da fronteira com a Bolívia) que são uns pasteis em forma de guardanapo recheados com várias coisas. Óptimos.

As mulheres mais tradicionais aqui – suponho que as provenientes de povoações aymara – vestem-se de um modo distinto: saia rodada com folhos muitas vezes de cor garrida e saiotes para lhe dar ainda mais volume, coletes, corpetes ou blusas brilhantes, chapéu de côco preto e um pano colorido que trazem sempre às costas com os seus pertences, qualquer tipo de mercadoria ou bebés.


Telhados de Zinco, Paredes de Tijolo

13-Setembro-2009

Há muitos autocarros, mas por causa da taquicardia e da tontura crescente preferimos apanhar um taxi até à cidade.
São 25 min sempre a descer, 50B’s, 5€, 500m na vertical que nos aliviam a cabeça.
Durante o caminho percebemos que La Paz está num buraco e que o subúrbio El Alto onde se encontra o aeroporto é uma grande favela situada num planalto por cima da cidade. É uma paisagem feia por isso não tirei fotos. Não me apercebo logo mas passando um tempo arrependo-me.
Mais tarde percebemos que é uma zona que nas últimas décadas acolheu emigrantes Aymara vindos do Altiplano mais próximo. Caracterizada pelas casas com tecto de zinco e paredes de tijolo mal assentado, esta favela alberga qualquer coisa como 1milhão de pessoas que não tem acesso a electricidade nem tão pouco a água corrente.
“LA AGUA ES PARA TODOS” vemos pintado em várias paredes e eu lembro que estamos a entrar num dos países com mais escassez de água do mundo.

Rapidamente descemos do El Alto – a cidade mais pobre da Bolívia – e chegamos ao terminal de BUS de La Paz, um barracão gigante.
Mas um barracão bem organizado.
Quando entramos várias pessoas vêm perguntar-nos para onde queremos ir e mostram-nos os guichets das respectivas companhias que têm serviços para esses sítios. Não me sinto ameaçada nem sinto que me querem enganar... como li em vários sítios.
Compramos o bilhete de BUS para Potosí nessa noite na companhia Trans-Copacabana.
Também há um sítio para deixar as mochilas, o que dá sempre jeito.
Deixamos o terminal e rumamos à cidade. É fácil, daqui até à Praça San Francisco é sempre a descer ao longo da Av. Prado.

8 de outubro de 2009

Soroche

13-Setembro-2009

Quando saímos do avião, saímos num estado de alerta.
Alerta pelas dores de cabeça anunciadas e pelo “mal das alturas”. Logo imediatamente não sentimos nada.... mas com o passar dos minutos começamos a sentir-nos estranhos.
Custa a respirar, custa a pegar na mochila, a cabeça parece que aumentou de tamanho e eu sinto-me como um bebé que ainda não equilibra a cabeça.



O aeroporto de El Alto está a 4100m de altitude por isso é normal estar assim, principalmente para quem viajou do nível do mar.
O “mal das alturas” – soroche, na Bolívia – é consequência da pressão atmosférica reduzida e correspondente baixo nível de oxigénio nestas altitudes.

Antes de apanharmos um taxi para a cidade comemos um "snack" para ganhar forças e gargalhamos com a frase escrita na tshirt do L. “Pico Mountain - 2351m - I WAS THERE!”


Os picos à nossa volta aqui são outros... e têm todos mais de 5000m de altitude....wow.

Espectáculo Heráldico

12-Setembro-2009

A viagem começa às 05h00 da manhã no aeroporto de Lisboa depois de uma maratona a fazer a mala com a problemática do “que roupa colocar na mochila capaz de cobrir a amplitude térmica de -5ºC/20ºC em 3 semanas”.
Problemática apenas porque não contávamos ficar mais que 1 noite em cada sítio, o que torna difícil as actividades relacionadas com lavandaria, nem tão pouco o clima seria apropriado a aventuras de lavar/secar roupa da noite pró dia.
Sendo assim, a técnica foi a de colocar 1º o indispensável e entupir o resto do espaço com o possível. Cheguei assim à mochila mais pesada de sempre... 15kg, ¼ de X.

A minha mochila tem agora mais 2 bandeiras que a transforma num espectáculo heráldico que roça o ridículo e apesar do tempo que passou, agora parece-me que ainda ontem a abri pela última vez...

A minha preocupação principal – pois sou uma pessoa preocupada – é a possibilidade das mochilas não chegarem a La Paz. São no total 28h de viagem, 2 escalas e um destino à partida pouco movimentado, que me levam a sair de Lisboa pessimista.

O aeroporto de Madrid saúda-nos cedo... já o conheço, é moderno, estamos em casa. A grande desvantagem é não se conseguir tomar o pequeno almoço por menos de 6 euros.

O vôo para Miami foi agradável. 9h dão para conversar e dormir. Entramos nos States com as perguntas do costume ("Where do you work?!" "Where is Lisbon?" "Husband and wife? yes or no!"), mas aqui são uns States diferentes. São uns States muito latinos. A única coisa igual é o sotaque americano, as notas de dollar e os carros XXL.

Apanhamos um bus para South Beach (SoBe), aqui as ruas também se organizam por números. Está calor e as pessoas na praia apesar do céu carregado. Paramos para uma Corona geladinha. Depois chove torrencialmente, mas no caminho de volta ao aeroporto temos uma visão magnifica do skyline da cidade.

O 3º vôo atrasa-se. Estamos cansados. É muito difícil estar acordado. Está frio dentro do aeroporto. Dormimos no chão. As crianças gritam ao nosso lado. Despertam os meus instintos assassinos.

Depois, à medida que nos aproximamos de La Paz, percebemos que vamos aterrar numa cidade que está por cima das nuvens. Um cobertor branco e fofinho só rasgado aqui e ali por picos montanhosos e rugosos. Nunca vi nada assim. Entusiasmo-me.


Na imigração são muito simpáticos e do lado de lá do guichet reparo em duas mochilas de rolam preguiçosas e gordas no tapete. Uma delas tem bandeiras cosidas. Um espectáculo heráldico a roçar o ridículo...


Estou descansada, chegámos.

3 de setembro de 2009

Mapa para o frigorífico

Na hora de pôr os cabelos ao vento deixo um mapa colado no frigorífico para descansar os papis, com o itinerário possível.


1 - 12/SET sab
Vôo. Lisboa (07h00) - Madrid (09h10)
Vôo. Madrid (12h00) - Miami (15h30)
Passeio de 8h em MIAMI
Vôo. Miami (23h10) - La Paz.


2 - 13/SET dom
Vôo. Chegada a La Paz (05h50)
Ir ao Terminal BUS deixar mochilas e comprar bilhete para Potosi para essa noite.

"Recon" La Paz
Bus. Viagem para Potosi (6/dia, 11h)

3 - 14/SET 2a
Passeio em POTOSI. FIESTA Sr. DA VERA CRUZ
Visita Minas do Cerro Rico. Casa da Moeda.
noite em Potosi

4 - 15/SET 3a
Bus. Viagem para Uyuni (5/dia, 6h).
Marcar 4WD para o dia seguinte.
Passeio em UYUNI.
noite em Uyuni

5 - 16/SET 4a
4WD. expedição de 3 dias no SALAR UYUNI

noite em refúgio na Isla del Pescado

6 - 17/SET 5a
4WD. Salar + Reserva Natural EDUARDO AVAROA.
noite em refúgio na Laguna Colorada

7 - 18/SET 6a
4WD. Reserva Natural Eduardo Avaroa. Laguna verde.
Transfer para San Pedro Atacama. Passeio em SAN PEDRO ATACAMA.
noite em San Pedro Atacama

8 - 19/SET sab
4WD. Valle de la Luna? Lagunas Altiplanicas?
noite em San Pedro Atacama

9 - 20/SET dom
Bus. San Pedro Atacama – Calama (1/hora, 1h30)
Rent a Car (devolver em Arica ou La Paz?!)
Carro. drive pelo Chile a cima. LITORAL

noite sabe-se lá onde..

10 - 21/SET 2a
Carro. drive pelo Chile a cima. INTERIOR
Chegada a Parinacota.
noite no refugio no Parinacota

11 - 22/SET 3a
Carro. devolver em Arica.
Passeio em ARICA.
noite em Arica

12 - 23/SET 4a
Bus. Arica - La Paz.
Chegada a La Paz. Arranjar excursão de bike.
noite em La Paz

13 - 24/SET 5a
Bike. La Paz - Coroico (WMDR)
http://www.gravitybolivia.com/
Regresso a La Paz.
noite em La Paz

14 - 25/SET 6a
Bus. La Paz – Copacabana (Lago Titicaca) (1/30min, 3h30).
noite em Copacabana

15 - 26/SET sab
Bus. Copacabana – Puno (regular, 2h30)
Visitar as Floating Islands.
noite em Puno

16 - 27/SET dom
Bus. Puno - Cuzco (8/dia, 8h)
Passeio em CUZCO
noite em Cuzco

17 - 28/SET 2a
Bus. Cuzco - Ollantaytambo

Train. Ollantaytambo - Machu Pichu
noite em Aguas Calientes

18 - 29/SET 3a
visitar MACHU PICHU
(!!)
Train. Machu Pichu – Ollantaytambo (Vale Sagrado)

noite em Ollantaytambo

19 - 30/SET 4a
Passeio em OLLANTAYTAMBO
Bus. Ollantaytambo – Pisac
Passeio em PISAC
Bus. Pisac - Cuzco
Passeio CUZCO
noite em Cuzco

20 - 01/OUT 5a
Vôo. Cuzco (08h10) - La Paz (10h05)

Relax em La Paz. ir ao mercado das bruxas.
noite em La Paz

21 - 02/OUT 6a
Vôo. La Paz (06h55) - Sta Cruz - Miami (16h10)
Vôo. Miami (18h10) - Madrid


22 - 03/OUT sab
Vôo. Chegada a Madrid (08h45)
Vôo. Madrid (11h40) - Lisboa (11h55)

28 de agosto de 2009

Travel Planning


Adoro fazer “travel planning”.
Normalmente armadilho-me sempre de Rough Guides antes de viajar e faço um percurso possível.
Claro que um calendário apertado em países onde 200km demoram 8h a percorrer é meio caminho andado para a desilusão (e ouvi dizer que na Bolívia os autocarros chegam com dias de atraso e não horas...) mas já que não vamos reservar praticamente nada, mesmo com imprevistos é sempre bom ter uma ideia de como podemos gastar os dias que temos...

... já se sabe que nestas circunstâncias cada dia vale ouro... e neste caso ouro inca :-) e há tanta coisa para ver!

Aqui fica um sneak preview do que poderemos encontrar:

potosi (bolívia)
salar de uyuni (bolívia)
deserto de dalí (bolívia)
árvore de pedra (bolívia)
laguna colorada (bolívia)
laguna verde (bolívia)
san pedro de atacama (chile)
valle de la luna (chile)
estrada panamericana (chile)
vulcão parinacota (chile)
la paz - coroico (bolívia)
lago titicaca (peru)
machu picchu (peru)

(fotos retiradas da web)

19 de agosto de 2009

next stop


Já temos os bilhetes para La Paz...
Só falta não apanhar Gripe-A até à data da partida... :-)