Prepara-se o café da manhã. Toma-se banho na cachoeira. Relaxa-se nas pedras gigantes antes de pôr pés ao caminho até à base da Cachoeira da Fumaça.
Prepara-se o café da manhã. Toma-se banho na cachoeira. Relaxa-se nas pedras gigantes antes de pôr pés ao caminho até à base da Cachoeira da Fumaça.




Almoça-se à beira rio, uma salada de atum com tomate, pepino, queijo e sumo.
Da parte da tarde descemos a Serra do Macaco. Foi duro. O cansaço acumulou-se ao longo do dia, próprio de quem não está habituado a estas andanças, os joelhos cediam, as costas doridas... mas eventualmente lá chegámos à base da serra.

Por falar nisso, alguém consegue ver dito cujo Macaco...?
Lá em baixo montamos acampamento na Toca do Macaco onde já estava outro grupo que partilhou o espaço connosco. É comum ir encontrando outros grupos que fazem o percurso no sentido inverso. Fez-se uma fogueira para cozinhar um prato de massa e frango mas aqui anoitece cedo. Às 19h já estava toda a gente na toca a dormir.
Mais info sobre a Chapada aqui e aqui.

Só chegam 2 ônibus por dia a Lençóis por isso assim que saímos somos abordados por pessoas que alugam quartos, que organizam trekkings etc... era mesmo o que queríamos. Conhecemos o Wagner que nos indica o caminho para a pousada mas ao contrário de Salvador aqui sentimo-nos seguros, em casa. É inexplicável.
Ficamos na Pousada Safira onde nos recebeu de braços abertos a D. Eulina. Mal entrámos pela porta para averiguar a disponibilidade, já ela nos comunicava que ia preparar um café para nós.













A chegada ao Brasil no mês de Dezembro percebe-se antes do avião aterrar: é que as pessoas mudam de roupa no avião. Trocam-se os cachecóis, as camisolas de gola alta e os sapatos fechados por vestidinhos de alças e sandálias.
Nós não trocamos de roupa, trocamos só o início do Inverno pelo início do Verão.
No aeroporto convertem-se euros em reais e “pega-se o ônibus” para a Praça da Sé, no centro da cidade. Mas antes disso alguém me diz para guardar as pulseiras douradas que trago no braço... não vá o diabo tecê-las.
A viagem é longa, está um trânsito infernal porque é 6ª feira – e isso é igual em qualquer país seja no hemisfério Norte ou Sul – e quando chegamos já é de noite.
Anoitece cedo, por volta das 17h30, mesmo sendo Verão. Reparamos que um pôr do sol às 20h nesta estação é um luxo a que só se podem dar povos de outras latitudes.
Salvador parece-nos pobre com uma favela gorda em vias de engolir a cidade, mas nada nos prepara para a vista da praia com palmeiras e rochas mar adentro debaixo de um céu cor de rosa.
