Engraçado entrar nos parques estaduais, principalmente depois das 5pm!
Quando chegámos ao KODACHROME BASIN STATE PARK não havia ninguém para nos cobrar a entrada... Havia sim, uma quantidade enorme de setas que nos indicavam o caminho até uma cabine (vazia) onde se encontrava uma mesinha com uma caneta e imensos envelopes em papel químico cada um com o seu código de identificação.
No envelope, que seria metido na caixa de correio da cabine, deveríamos deixar o valor da entrada (5$) depois de preencher o formulário destacável com os dados do veículo que servia para colocar no tablier do carro, à vista, qual ticket de parquímetro!
Assim o fizemos, não fosse aparecer algum Ranger do Parque mesmo depois do seu horário de expediente...
... mas foi só uma vez.
31 de agosto de 2005
5 de agosto de 2005
Off we go
22 de junho de 2005
21 de junho de 2005
Corpo de areia
Quando regressámos ao hotel... GUESS WHAT?!... Não nos apetecia tomar banho… pensámos que nos iríamos esgadanhar pela posse da banheira mas não... ficámos sentadas na cama “Vai tu”... “Não, vai tu”... Como se o banho fosse remover do nosso corpo a memória deste passado recente, encantado e arrebatador.
De repente, o cabelo enriçado, a roupa suja, a areia dentro dos bolsos, dentro dos sacos, colada ao corpo, a tudo... parecia-nos bem.
De repente, o cabelo enriçado, a roupa suja, a areia dentro dos bolsos, dentro dos sacos, colada ao corpo, a tudo... parecia-nos bem.
De volta pelo Atlas
20 – Maio – 2005: Depois de um percurso curto a pé, chegámos a MHAMID e despedimo-nos do humilde Mohamed que se afastou sempre sorridente e festivo. Nós, calados, iniciámos a nossa viagem de regresso... e voltámos à confusão... tentar regatear parecia uma declaração de guerra... a música soava a algazarra endiabrada e desconexa.
Na viagem de volta a Marrakech atravessámos o VALE DO DRAA... lindíssimo... viam-se mulheres de véus cor de rosa a trabalhar nos campos verdes, autênticos quadros vivos. Passámos por aldeias com as suas casas feitas de terra. Se chover as construções degradam-se e muitas parecem castelos de areia já lavados pelas ondas... No entanto, as torres das mesquitas destacam-se ao longe por estarem todas bem conservadas e pintadas.
Na viagem de volta a Marrakech atravessámos o VALE DO DRAA... lindíssimo... viam-se mulheres de véus cor de rosa a trabalhar nos campos verdes, autênticos quadros vivos. Passámos por aldeias com as suas casas feitas de terra. Se chover as construções degradam-se e muitas parecem castelos de areia já lavados pelas ondas... No entanto, as torres das mesquitas destacam-se ao longe por estarem todas bem conservadas e pintadas.
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