5 de setembro de 2005
ROUTE 66

A verdadeira costa-a-costa que liga Los Angeles a Chicago, a Route 66 é sem dúvida a estrada mais emblemática da América!
A original foi sendo substituída pela Interstate 40 ao longo do tempo, mas existem troços originais muito bem assinalados por estas placas e nós percorremo-la no Novo Mexico, entre Gallup e Albuquerque.
Tribos

Para além dos Navajos existem muitas outras tribos e reservas.
A palavra reserva soa-me um bocado a guetto mas foi a maneira que encontraram para poder existir ,no seio dos Estados Unidos, território índio.
A reserva Navajo está sediada numa zona desértica. Não existem cidades antigas porque este era um povo nómada que vivia na pradaria. Conseguimos notar que houve uma mudança de costumes forçada e que os índios estão a ser engolidos.
Há muito que trocaram as tendas e os hogans (casas tipo igloo feitas de terra e madeira) pelos pré-fabricados. Dizem que os miúdos na escola ainda aprendem a língua dos antepassados mas são raros os que a falam fluentemente ao ponto de serem poucos os que se entendem com os avós (será??).
Da maneira antiga já quase nada transparece e a glória do povo guerreiro desapareceu.
Navajo Nation
O Monument Valley encontra-se no coração da reserva índia da tribo Navajo, que eles gostam de chamar Nação Navajo. Os Navajos vieram do Canadá “apenas” há 1000 anos atrás e são a maior comunidade índia dos Estados Unidos.
O nosso guia era um Navajo “born and bred” na reserva tribal.
Quando lhe perguntei se o Monument Valley era um sítio sagrado para os índios, ele disse que sim: “Because there are a lot of tourists!”... .... melão para mim qual tolinha em busca do misticismo perdido....
Mais tarde perguntei se a língua deles era fácil de aprender... “Claro que sim”, diz ele...
Ainda tentei pronunciar umas palavritas, mas tive pouquissímo sucesso.
Mas mais tarde lembrei-me dos NAVAJO CODE TALKERS, um grupo de anciãos muito utilizados nas Guerras Mundiais para transmitir mensagens ultra-secretas na sua língua de origem.
É que este é um dos dialectos mais difíceis de aprender e descodificar do mundo....
O nosso guia era um Navajo “born and bred” na reserva tribal.
Quando lhe perguntei se o Monument Valley era um sítio sagrado para os índios, ele disse que sim: “Because there are a lot of tourists!”... .... melão para mim qual tolinha em busca do misticismo perdido....
Mais tarde perguntei se a língua deles era fácil de aprender... “Claro que sim”, diz ele...
Ainda tentei pronunciar umas palavritas, mas tive pouquissímo sucesso.
Mas mais tarde lembrei-me dos NAVAJO CODE TALKERS, um grupo de anciãos muito utilizados nas Guerras Mundiais para transmitir mensagens ultra-secretas na sua língua de origem.
É que este é um dos dialectos mais difíceis de aprender e descodificar do mundo....
Ele, perguntou a que CLÃ eu pertencia... e disse que o clã da mãe dele era o Red Edge Water.
Eu respondi que o clã da minha mãe era Silva e era o maior clã do meu país após o que ele acenou com ar de entendimento perfeito e exclamou “Ah yo... Silver!”
MONUMENT VALLEY
Arches National Park

Vimos imensos arcos, janelas, pontes... aberturas nas rochas provocadas pela erosão. É engraçado porque algumas peças se encontram em equilíbrio extremamente instável... pelos menos assim o parecem.
Mas toda esta zona já está assim há milhares de anos e continuará e apesar de estar em “esculpção” constante, as mudanças não podem nem conseguem medir-se em vidas humanas!
É uma zona espectacular para fazer caminhadas.
1 de setembro de 2005
Dead Horse Point

Este local chama-se DEAD HORSE POINT pois antigamente servia de curral natural a cavalos selvagens. Os cowboys conduziam os cavalos por uma passagem estreita em direcção a este local de penhascos e colocavam uma vedação. Depois era domados e desbastados.
Os que não servissem os propósitos dos cowboys ficavam lá, com a vedação aberta, teoricamente livres.
Reza a lenda que não fugiam e morriam de sede com a visão do Rio Colorado tantos metros mais abaixo.
31 de agosto de 2005
Dixie Forest
EXPRESSO
a.k.a "ultra concentrated small amount of coffe"

Que grande façanha, isto de beber um bom café na América!
Ao pedirmos um café, é frequente servirem um copo de coca cola com 0.5L de "canja de café".
Nos raros coffe-shops, estilo "Starbucks" onde vendem vários tipos de café, um humilde expresso pode custar 2$ (!) mas não era estranho virem num fundo de um copo de coca cola ou acompanhados por uma colher de sopa.
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