
3 de julho de 2007
2 de julho de 2007
29 de junho de 2007
«Wherever I may Roam»
"And the road becomes my bride
I have stripped of all but pride
So in her I do confide
And she keeps me satisfied
Gives me all I need
And with dust in throat I crave
Only knowledge will I save
To the game you stay a slave
Rover, wanderer
Nomad, vagabond
Call me what you will
But I'll take my time anywhere
Free to speak my mind anywhere
And I'll redefine anywhere
Anywhere I may roam
Where I lay my head is home
And the earth becomes my throne
I adapt to the unknown
Under wandering stars I've grown
By myself but not alone
I ask no one
And my ties are severed clean
Less I have the more I gain
Off the beaten path I reign
Rover, wanderer
Nomad, vagabond
Call me what you will"
Metallica
18 de junho de 2007
24 de maio de 2007
20 de abril de 2007
10 de abril de 2007
Gerês - parte II




Gerês fresco e verde, cinzento e vermelho e castanho e cor de rosa ao mesmo tempo.
Gerês, casa de fadas e duendes - tenho a certeza - e de outros monstrinhos narigudos de olhar brincalhão do quais já tinha esquecido a existência.
Gerês feito de pedra e madeira, feito de saberes perdidos. Gerês feito de segredos.


Um lobo vê-nos passar. Não o vemos.
Um garrano espreita e ali fica preguiçoso.
Quero que ele me conte os segredos do Gerês... Aproximo-me de mansinho... mas esqueço que as nossas vontades aqui são vãs.
Assim que me vê afasta-se a trote com o vento na crina e eu deixo-me estar, sem resposta.


Resta-me o sol na pele e a noite estrelada, resta-me o frio doce no nariz e o calor da fogueira nas mãos, resta-me a natureza a pulsar de viva de manhã e o cheiro da amora silvestre à tarde, o crepitar da caruma debaixo dos pés e os barulhos misteriosos dentro dos arbustos. Resta-me o sonho com um cavalo à solta.
E chega. Quero que os segredos do Gerês permaneçam na posse de quem os pode guardar...
3 de abril de 2007
21 de março de 2007
«Qualidade de Vida»
“«Qualidade de Vida» não é o todo-o-terreno para o engarrafamento matinal cinco dias por semana, nem poupar no preço daquilo que se come para se gastar naquilo que se mostra.
«Qualidade de Vida» não são os quatro apelidos e três nomes próprios do filho varão, nem a lista de espera de dois anos para a creche, nem o T1 de luxo entrincheirado no horror paisagístico que caracteriza a periferia portuguesa em geral, a Grande Lisboa em particular.
«Qualidade de Vida» não é a música que bate na cabeça no sábado à noite, a amena cavaqueira com o copinho de uísque na mão, o livro que não se lê, a decisão que não se toma.
«Qualidade de vida» é ter um sonho e viver por ele, é fazer como o João Garcia, que é português mas de uma raça antiga que se vai diluindo sem apelo nem antídoto nas compras do hipermercado no domingo à tarde.”
«Qualidade de vida» é ter um sonho e viver por ele, é fazer como o João Garcia, que é português mas de uma raça antiga que se vai diluindo sem apelo nem antídoto nas compras do hipermercado no domingo à tarde.”
Gonçalo Cadilhe, Planisfério Pessoal
Assim fala um realizador de sonhos...

... e eu hoje reflecti na minha «Qualidade de Vida» enquanto enfrentava o engarrafamento matinal, no meu todo-o-terreno.
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