14 de outubro de 2007

Vikings

Os vikings eram guerreiros e aventureiros que viajavam pelos mares a partir da Suécia, Noruega e Dinamarca, a península Escandináva. Ficaram conhecidos pelas pilhagens e saques das cidades que foram encontrando, mas também estabeleceram colónias e eram hábeis no comércio. Controlaram a Europa do Norte no sec X.



... ao contrário do que se pensa, não usavam capacetes com chifres.

10 de outubro de 2007

Vigeland Park






Da vontade de criar um museu gratuito e ao ar livre em Oslo, nasceu o parque de esculturas idealizado pelo artista plástico Gustav Vigeland. Todas as esculturas são em tamanho real e foram esculpidas pelo próprio artista durante vários anos, sem ter recorrido a pupilos ou assistentes.

Das obras de arte interpreta-se a força da relação pai-filho e as várias fases que representam o ciclo da vida, desde que se nasce até que se morre. Mas Vigeland, fundamentalmente, fez questão de não revelar os seus verdadeiros significados.
Cabe ao apreciador tirar as suas conclusões.

"I was a sculptor before I was born"

Gustav Vigeland

On the way to Oslo


perigo...

9 de outubro de 2007

T-Centralen


Assim se anda de metro na escandinávia... com pinturas abstractas a subir pelas paredes...

8 de outubro de 2007

S. Jorge e o Dragão





De acordo com a lenda, S. Jorge terá morto o terrível dragão que aterrorizava a população de uma longínqua aldeia. Consta que só era apaziguado quando tomava para si jovens donzelas escolhidas à sorte de entre o povo, em jeito de oferenda.

Gamla Stan







Detalhes da cidade antiga de Estocolmo.
Adoro as cores e as portas e as chaves gigantes que precisamos para as abrir.

Estocolmo







... cinzenta, mas bela sobre as águas

3 de outubro de 2007

Nortic Lights




E assim começa a minha passagem pelos países nórdicos... com uma incursão ao conceito escandinavo de design.

Infelizmente, foram essas as únicas nordic lights que tive oportunidade de ver.

As verdadeiras aqui e aqui.

23 de julho de 2007

Intercâmbios

« o senhor Aliou convida-me para irmos tomar uma bebida. Está radiante. "Um português. Nem acredito", exclama. "Sabe que o meu filho ganhou o concurso nacional de língua portuguesa?" Não sei; nem sei do que está a falar. Ele explica: "A vossa embaixada organiza todos os anos uma competição entre os onze mil alunos de português dos liceus do Senegal. Este ano, o meu filho ganhou." E conclui: "Se tudo correr bem, para o ano poderá concorrer a uma bolsa e ir estudar português para a universidade."

Fico a pensar no interesse destes senegaleses por uma língua que nem é sua; é minha. Imagino o nível de entusiasmo, o estímulo para prosseguir estudos destes onze mil miúdos, o orgulho de vinte e dois mil pais. E penso: mais do que oferecer uma bolsa, o meu país devia era promover intercâmbios estudantis: mandem-nos esses onze mil entusiastas interessados na nossa língua, que nós mandamo-vos umas centenas de milhares de apáticos desinteressados de tudo. Mandamo-vos uma geração de privilegiados do destino, para que eles compreendam a sorte que tiveram em nascer portugueses. Intercambiemos: nós ensinamos os nossos miúdos a falar a língua, vocês ensinem os nossos a viver a vida. »





Gonçalo Cadilhe in "África Acima"