9 de janeiro de 2009

relax total

6-Novembro-2008

De volta a Koh Tao, alguém nos arranja um transfer até ao Sai Thong onde lanchamos uma tempura de vegetais e ficamos a relaxar no seu magnífico alpendre.





O pôr do Sol é visto a balouçar na rede da cabana.
Jantamos no alpendre algo cozinhado ao estilo birmanês que as simpáticas senhoras do Sai Thong preparam para nós. Eu pergunto-me como é possível cozinhar tão bem num local pouco mais melhorado que uma cabana, pois os pratos são absolutamente magníficos.







Depois do jantar vamos até à cabana do lado onde funciona um bar, o “Banana Rock”. É uma verdadeira casa na árvore, tudo de madeira... à média luz.
Somos imediatamente recebidos pelo anfitrião – um louco feliz chamado John – que conversa connosco e nos põe à vontade.

Ouve-se Bob Marley e Manu Chao. É o sítio perfeito.
Aliás, foi um dia perfeito...

Nangyuan Island

6-Novembro-2008

A ilha de Nangyuan pode ser visitada mediante o pagamento de uma tarifa simbólica (100TB) que pretende ser o subsídio de manutenção das boas condições do local.

É uma ilha idílica de onde se podem ter vistas belíssimas para Koh Tao e para a paisagem circundante.
E depois há aquele mar azul turquesa...




8 de janeiro de 2009

Snorkeling

6-Novembro-2008

Koh Tao é um dos melhores locais do mundo para apreciar a vida submarina, fazendo mergulho ou snorkeling.

Aproveitamos para fazê-lo apesar das condições atmosféricas são serem as melhores: começa a cair uma chuvinha e o céu cinzento transforma o fundo do mar num sítio também cinzento. Mesmo assim, quando vemos passar um cardume de peixinhos parece que atravessamos um arco-íris! E há-os de todas as cores e tamanhos, imensos!
Os corais azul vivo são impossíveis de perder. Há um paraíso infinito debaixo destas águas.

Ao longo do dia vamos parando em alguns dos melhores spots para snorkeling de Koh Tao.
Fico apaixonada e pergunto-me como estive tanto tempo da minha vida sem experimentar este fabuloso mundo azul.


Tive também a oportunidade de avistar lá em baixo colados ao fundo um par de tubarões do recife, que povoam e costumam cruzar estas águas.

Quem não está habituado a estas andanças à primeira vista não acha o encontro tão paradisíaco quanto isso... mas lá procurei relaxar pensando que é quase como olhá-los através do vidro no Oceanário...

... quase...

(Foto: www.techdivethailand.com)

7 de janeiro de 2009

Sunset

5-Novembro-2008

O pôr do sol é sempre um momento especial quando se anda no “dolce fare niente”. Se for com boa vista melhor ainda.

Assim, dirigimo-nos para o “Two Mountains View Point”, um ponto elevado da ilha, onde há o “Sunset View Bar” empoleirado na encosta. Mesmo a calhar!


Aqui ficamos em terraços de madeira que parecem projectar-se em direcção ao Sol.
De repente somos aves a ver o mundo por cima da copa das árvores.




Para jantar procuramos um restaurante na Hat Sairee, a principal praia da ilha.
Apetece-nos marisco.
Reparamos que a ilha apesar de paradisíaca ainda não tem muitos turistas. Os restaurantes e bares estão vazios, as lojas também. A época alta com previsões meteorológicas mais estáveis só começa daqui a 1 mês.
Aproveitamos a refeição sentados em pufs. Ao longe cai uma trovoada no mar.

Quando voltamos temos que percorrer o quilómetro de caminho de cabras sem luz absolutamente nenhuma... só a do telemóvel...
A meio do caminho recebo um sinal: “LOW BAT!”

Freedom Beach

5-Novembro-2008

Alugamos uma motinha para dar a volta à ilha.
Claro que dar a volta à ilha é algo muito relativo pois Koh Tao não tem estradas. Só uma de Norte para Sul. O resto são caminhos de terra batida que sobem e descem sem contemplações e estão cheios de sulcos perigosos para os mais distraídos/inexperientes.
Reparamos que é muito mais fácil ir de um ponto para outro da ilha, de barco.

Na Freedom Beach fotografamos os long tail boats contra o céu azul. Estamos no paraíso.
Não há muito para dizer sobre este Éden na terra.

Dedicamo-nos a pequenos prazeres como petiscar spring rolls de camarão em molho agridoce à beira da água.
Há nuvens fofas no céu, por isso tiro algumas fotos com o que agora apelidei de “efeito Angkor” – quando há um reflexo perfeito do céu, na água.




6 de janeiro de 2009

Sai Thong Resort

5-Novembro-2008

À chegada a Koh Tao, atracamos num pontão mais ou menos improvisado.
Quando saímos do barco o Sol escalda e o azul do mar cristalino deixa-nos maravilhados.

A baía onde fica o Sai-Thong só é acessível por mar num long tail boat ou por terra através de um caminho de cabras de mais de 1km...

Vamos por mar!
É um autêntico paraíso perdido, encontrado por alguns sortudos.










29 de dezembro de 2008

para Koh Tao via Chumphon

5-Novembro-2008

A viagem nocturna para Chumphon não foi especialmente confortável pois só arranjámos lugar sentados em A/C. E isto quer dizer má posição para dormir e FRRIIOO.

Mas a rapariga que me informou em Hualamphong tinha razão: o comboio não se atrasou e quando chegámos de madrugada tínhamos pessoas com vários BUS à nossa espera para nos levar aos barcos que fazem a travessia para Koh Tao, quaisquer que escolhêssemos: o rápido da Lomprayah 550TB ou o lento da Songserm 450TB.

Nem precisamos de pedir informações sobre como encontrar estas pessoas ou apanhar os tranfers da estação de comboio de Chumphon para o porto... Eles encontram-nos a nós. Em princípio não existe motivo nenhum para pessoas como nós estarem ali sem ser para apanhar o barco para Koh Tao, e pessoas como nós são muito fáceis de encontrar.


Apanhamos o barco da Songserm.
Antes de entrarmos no mar vamos passando por vilas flutuantes típicas desta zona.








Ao longo da viagem vários rapazes vêm falar connosco. São instrutores de mergulho ou têm bungallows para alugar em Koh Tao. Falam de como Koh Tao é um dos melhores locais do mundo para fazer mergulho e fazem-nos promoções no caso de ficarmos nos seus bungallows.

Mas nós já temos sítio para dormir... Vamos pensando no assunto do mergulho mas a verdade é que não temos assim tanto tempo para ficar em Koh Tao...

Quando chegamos à ilha 3h depois, mudamos imediatamente de ideias.

22 de dezembro de 2008

MBK - shop until you drop

4-Novembro-2008

A chuva continua e apesar de ter amainado não parece que vá parar... o meu impermeável já está molhado por dentro.
Decidimos então ir até ao Shopping MBK -na Siam Square- a meca do consumo “counterfeit” e não só, para qualquer jovem tailandês que se preze. Aqui esperamos ver imitações de tudo.




Este é um shopping com 7 andares.. mas lá dentro parece uma feira ambulante. Tudo amontoado no meio dos corredores: produtos de beleza Kerastase, MAC, telemóveis novos, velhos, iPOD’s, relógios Rolex... Quem não percebe nada de marcas e imitações é aqui facilmente apanhado.
Os “lojistas” são tipicamente muito antipáticos... e nós com os nossos modos aspanholados de “ver com as mãos” levamos sempre com mau feitio...

No Fuji Sushi deliciamo-nos com tipos de sushi até então para nós desconhecidos e daqui apanhamos o Sky Train, que está ligado por pontes pedonais a todos os edifícios da Siam Square, para o mercado nocturno de Patpong.




Bangkok fervilha num consumismo frenético enquanto passamos por ela.

18 de dezembro de 2008

Amulet Market

4-Novembro-2008

Depois das visitas culturais apetece-nos uma sessão de shopping.
Temos que procurar algo coberto pois assim que entramos no tuk-tuk começa a chover torrencialmente... mesmo.
O tuk-tuk não tem protecções de plástico laterais por isso chegamos ao Amulet Market molhados que nem pintos.
Mas é divertido. Está tanto calor que o escorrermos água como se tivéssemos saído do banho não é algo estranho. Toda a gente passa pelo mesmo, não há guarda chuva ou impermeável que resista.


(Foto: sacred-destinations.com)

Este é um mercado especial para os thais supersticiosos.
Aqui vende-se todo o tipo de amuletos para trazer sorte. Desde o pendente para pôr ao pescoço à estátua de altar.
Há Budas de todos os tamanhos e feitios, a todos os preços. Trago um medalhão com o Ganesh para pendurar ao pescoço... quem mais?

17 de dezembro de 2008

Grand Palace

4-Novembro-2008

Depois do Wat Pho visitamos o Grand Palace. É mesmo ali ao lado, mas como aqui é tudo tão grande andamos 2km até chegarmos à entrada. Não está sol, antes uma humidade indescritível que nos faz suar as estopinhas.

Nas redondezas da zona real de Bangkok, por esta altura, os turistas distinguem-se especialmente dos thais.
É que todos os thais que visitam o palácio real estão agora de luto, por respeito ao falecimento da irmã do Rei no início do ano, e vestem-se integralmente de preto da cabeça aos pés.
Dentro do recinto do palácio visitamos um dos sítios mais sagrados da Tailândia: o templo do Buda de Esmeralda.

São seguidos todos os rigores quanto ao modo de vestir dos visitantes. Para os mais distraídos são distribuidas vestimentas alternativas.
Os calções abaixo do joelho do L. foram barrados, o meu écharpe mal consertado em cima do ombro também. Mas depois dos devidos acertos lá entramos para apreciar o Buda minúsculo –que na realidade é feito de jade verde-, os frescos nas paredes relativos à lenda hindu Ramayana e o pátio do palácio com os seus chedis gigantes.









Adorei.