
18 de janeiro de 2010
12 de janeiro de 2010
stars from the sky
01-Outubro-2009

Em Cuzco e depois em La Paz também quando voltamos à Bolívia para apanhar o avião de volta a casa... suspiramos enquanto olhamos para as colinas que rodeiam estas cidades...
... à noite parece que as estrelas descem à terra. As colinas iluminadas fazem sonhar...
... estrelas brancas e amarelas caídas do céu.
11 de janeiro de 2010
Luz de Cuzco
MACHU PICCHU
29-Setembro-2009

Quando entramos somos brindados pelo cenário babilónico que já vimos vezes sem conta em postais e revistas enquanto sonhávamos ir até ao outro lado do mundo visitá-lo.
E agora estamos aqui. É esticar a mão e tocar na cidade perdida dos incas, o seu último bastião, envolto numa neblina mística especialmente para nós.
Inesquecível.
8 de janeiro de 2010
Aguas Calientes
29-Setembro-2009
Aguas Calientes é uma vila engraçada. Tem tudo para agradar a turistas: hotéis para todos os preços, restaurantes de todas as cozinhas, bares... etc... mas tudo gira à volta de uma coisa: o Machu Picchu.
Fico deliciada por ver que é uma verdadeira vila ferroviária. Chegamos e partimos de comboio. Não há outra maneira...
De manhã largamos o estranho hotel e às 5h00 estamos na estação de BUS. O primeiro sai às 5h30 e já estão 100 pessoas à nossa frente. WOW!
Queremos subir ao Wayna Picchu, “a montanha velha” que fica por trás das ruínas e só sobem 400 pessoas por dia.
São 25min de viagem até lá cima. A paisagem fica cada vez mais espectacular à medida que vamos ziguezagueando montanha acima.
Nem a neblina persistente nos consegue acalmar a expectativa....
TRAIN MEMORIES: BACKPACKER SHUTTLE
28-Setembro-2009
Em Ollantaytambo esperamos pelo Backpacker Shuttle.... o 1º comboio da viagem e o que nos levará até ao Machu Picchu, uma das maravilhas do mundo...
Em Ollantaytambo esperamos pelo Backpacker Shuttle.... o 1º comboio da viagem e o que nos levará até ao Machu Picchu, uma das maravilhas do mundo...
... estou em pulgas.
Como qualquer train lunatic que se preze, tenho pena de não termos ainda viajado de comboio durante o nosso tempo na América Latina, mas é de facto um meio de transporte em extinção que não consegue competir com os autocarros.
Mas aqui é diferente. O comboio é o único meio de transporte até Aguas Calientes. O desfiladeiro é de tal modo estreito que não há espaço para estradas.
Chegamos às 21h.
A estação está cheia de gente que espera os turistas. Vêem-se placas de hotéis de 5 estrelas, magotes de japoneses baixinhos carregados de malas caras, europeus nas suas roupas de aventura “à lá” Coronel Tapioca e muitos backpackers... Não temos nada marcado por isso aceito o primeiro lugar que oferecem por 15 soles (3.5€)... barato...
Aliás, muito barato... arrependo-me logo depois de pagar... cortinas de veludo empoeiradas a tapar as janelas que dão para um corredor comum... um fio de água no chuveiro... lençóis sujos... um quarto a fazer lembrar os filmes passados na Rússia sobre imigrantes ilegais.
Mas também não vamos dormir muito...
Quem sobe ao Wayna Picchu normalmente está a pé às 4h30....
7 de janeiro de 2010
Pisac e o Vale Sagrado
28-Setembro-2009
Hoje partimos em direcção ao Vale Sagrado dos Incas.
Mal saímos do taxi na Av. Tullumayo, de onde saem alguns dos BUS para o Vale, alguém pergunta “Pisac?” São pessoas apressadas que nos pegam nas mochilas e as levam rapidamente para o porta bagagem dos combis “compartidos” privados que só partem quando estão cheios.
Pisac é a nossa primeira paragem e fica a 40min de Cuzco. É uma vilazinha muito pitoresca com uma árvore gigante na sua praceta principal e um mercado mundialmente conhecido.
Hoje partimos em direcção ao Vale Sagrado dos Incas.
Mal saímos do taxi na Av. Tullumayo, de onde saem alguns dos BUS para o Vale, alguém pergunta “Pisac?” São pessoas apressadas que nos pegam nas mochilas e as levam rapidamente para o porta bagagem dos combis “compartidos” privados que só partem quando estão cheios.
Pisac é a nossa primeira paragem e fica a 40min de Cuzco. É uma vilazinha muito pitoresca com uma árvore gigante na sua praceta principal e um mercado mundialmente conhecido.
A paisagem é absolutamente fenomenal.
Estamos rodeados de montanhas com campos verdes cultivados em terraços. É uma vila aprazível com cafezinhos com boa comida e alguns hostels.
Depois de um lanchinho apanhamos outro combi até às ruínas de Pisac, na montanha.
Depois de um lanchinho apanhamos outro combi até às ruínas de Pisac, na montanha.
Não me canso de dizer... a paisagem é deslumbrante. Vistas estrondosas do vale pontuadas por ruínas incas aqui e ali.
Há um trilho bem marcado que desce até à vila. Um dos passeios mais fantásticos de sempre.
Quando chegamos à vila continuamos a viagem pelo Vale Sagrado para Ollantaytambo, via Urubamba.
Está Sol. O verde vivo das plantações de milho alegra-nos, os glaciares suspensos no topo das montanhas junto a Urubamba, o rio que nos acompanha... tudo elementos que tornavam este um local sagrado.
Percebemos porquê.
Está Sol. O verde vivo das plantações de milho alegra-nos, os glaciares suspensos no topo das montanhas junto a Urubamba, o rio que nos acompanha... tudo elementos que tornavam este um local sagrado.
Percebemos porquê.
23 de dezembro de 2009
CUZCO!
27-Setembro-2009

Cuzco é uma cidade fantástica!
Foi a capital do Império Inca e transformou-se na capital do Império Espanhol na América Latina na altura da Colonização. Assim, nota-se a influência espanhola na arquitectura da cidade. As praças são amplas rodeadas de arcadas e varandins. As casas estão pintadas ou revestidas a pedra e têm telhas... o que foi uma agradável mudança dos telhados de zinco da Bolívia...
BUS MEMORIES VI – Copacabana to Cuzco
26-Setembro-2009
Depois de regressarmos da Isla del Sol, decidimos saltar as ilhas flutuantes Uros e apanhamos o bus nocturno directamente para Cuzco, via Puno.
Temos que passar a fronteira para o Peru em Kasani-Yunguyo. Fácil. Nem revistam a bagagem.
Quando chegamos a Puno já é noite escuro e está a trovejar... vemos os relâmpagos a cair ao longe. Estamos a entrar no mês de Outubro e na época das chuvas no Peru...
Em Puno trocamos de autocarro. Temos que esperar 1:00. Estamos mortos de sono.
Quando vamos entrar no 2º autocarro (Puno-Cuzco) somos abordados por um senhor que pergunta se já temos alojamento em Cuzco... diz que vamos chegar lá às 4h30 (verdade)... diz que é difícil arranjar alojamento àquela hora (verdade)... diz que é mais caro que os outros sítios que conhecemos na Bolívia (verdade)... e diz que por 50 soles (12euros) nos reserva um quarto com água quente num tal Kamilah Lodge, bem no centro da cidade. Melhor é impossível.
O autocarro apita.... Dizemos-lhe o nosso nome, pagamos os 50 soles rapidamente e recebemos um voucher mesmo antes do autocarro arrancar...
Depois de regressarmos da Isla del Sol, decidimos saltar as ilhas flutuantes Uros e apanhamos o bus nocturno directamente para Cuzco, via Puno.
Temos que passar a fronteira para o Peru em Kasani-Yunguyo. Fácil. Nem revistam a bagagem.
Quando chegamos a Puno já é noite escuro e está a trovejar... vemos os relâmpagos a cair ao longe. Estamos a entrar no mês de Outubro e na época das chuvas no Peru...
Em Puno trocamos de autocarro. Temos que esperar 1:00. Estamos mortos de sono.
Quando vamos entrar no 2º autocarro (Puno-Cuzco) somos abordados por um senhor que pergunta se já temos alojamento em Cuzco... diz que vamos chegar lá às 4h30 (verdade)... diz que é difícil arranjar alojamento àquela hora (verdade)... diz que é mais caro que os outros sítios que conhecemos na Bolívia (verdade)... e diz que por 50 soles (12euros) nos reserva um quarto com água quente num tal Kamilah Lodge, bem no centro da cidade. Melhor é impossível.
O autocarro apita.... Dizemos-lhe o nosso nome, pagamos os 50 soles rapidamente e recebemos um voucher mesmo antes do autocarro arrancar...
...
Mas arrependemo-nos logo no primeiro kilómetro. Tínhamos acabado de dar dinheiro a um estranho em troca de um papel com valor nenhum, ele não ficou com uma cópia, nós não ficámos com nenhum número de telefone nem sequer a morada no suposto hotel, o nosso nome foi apontado no papel que ele nos entregou de seguida... um papel que supostamente valeria uma noite num hotel a 300km dali.....
... achamos que só pode ter sido um esquema para extorquir dinheiro a turistas... até já tínhamos ouvido falar desta parte da reputação dos peruanos... e nós de tanto querer que fosse verdade, acreditamos. Que anjinhos.
Desta vez custa-me a adormecer durante a viagem... até tenho pesadelos..
Damos o caso como perdido... mas quando de facto chegamos a Cuzco, ensonados das 8h de viagem, às 04h30... alguém chama por mim.... "Aleqqssssandraaa?"... Será possível?
Interiormente somos promovidos de anjinhos que nunca puseram o pé na rua a viajantes experientes que se misturam na multidão...
... de uma maneira ou de outra, dali a 20 minutos dormimos como anjinhos no Kamilah Lodge.
21 de dezembro de 2009
ventos do Lago Titicaca
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