29 de setembro de 2016

vilas espanholas [bem castiças]

Uma das coisas mais espectaculares de Espanha é estar mesmo ao lado de Portugal. Quero dizer, como está tão perto somos uns sortudos por em qualquer par de dias ou fim-de-semana prolongado, podermos dar uma saltada a um dos países que mais viajantes move à volta do mundo.
Explorar o território dos nuestros hermanos, (re)descobrir a história que nos une e que nos separa, encontrar outros costumes, aproveitar a gastronomia (porque a ideia de que se come mal em Espanha já era) e descobrir vilas castiças.

Ronda | Andalucia
Uma vila de montanha na província de Málaga, com fortes raízes mouriscas e conhecida por se localizar à beira de um desfiladeiro vencido pela icónica Puente Nueva, uma extraordinária obra de engenharia dos anos 1750’s.


Pontevedra | Galicia
Pontevedra tem um ambiente medieval que ganha todo um novo significado durante a Feira Franca, na primeira semana de Setembro, quando toda a cidade e os seus habitantes parecem regressar 500 anos no tempo, para comemorar as trocas comerciais tax free implementadas pelo Rei Henrique IV em 1467.


Trujillo | Extremadura
Trujillo desenvolveu-se principalmente na época dos Conquistadores do tempo da descoberta das Américas. Como cidade natal de Francisco Pizarro (conquistador do Peru e fundador de Lima) beneficiou do ouro proveniente da América Latina e isso é visível nos seus palácios charmosos.


Xátiva | Valencia
Xátiva tem um castelo ultra-fotogénico e foi onde nasceu o controverso Papa (Bórgia) Alexandre VI. Xátiva teve o seu momento mais negro quando o Rei Filipe V mandou incendiar a cidade e por isso o retrato do Rei aparece pendurado de cabeça para baixo, ainda hoje, num dos museus da cidade.


Zahara de la Sierra | Andalucia
Esta é uma das vilas mais pitorescas dos Pueblos Blancos da Andalucia, na Sierra de Grazelema, e foi apelidada de “Moorish Eagle’s Nest” graças às vistas imbatíveis desde o seu castelo.


Almagro | Castilla-La Mancha
Almagro tem uma Plaza Mayor única em Espanha, após a remodelação arquitectónica levada a cabo por uma família de banqueiros alemães nos séc. XVI e XVII. Inspirados nos edifícios da época na Europa Central redecoraram a praça colocando janelas de madeira pintadas de verde em todas as varandas.


Mérida | Extremadura
Mérida foi fundada pelos Romanos no séc. I AC e os seus vestígios estão bem presentes na vida da cidade, do Teatro à Ponte aos templos e mosaicos. 
Mérida é um museu ao ar livre pertíssimo de Portugal.


Setenil de las Bodegas | Andalucia
O principal atractivo deste Pueblo Blanco é a originalidade do emaranhado de ruas em grande declive desde o castelo adaptando-se ao percurso do rio e a singularidade das construções debaixo das rochas.


Bulnes | Asturias
Bulnes é a vila mais isolada dos Picos da Europa onde só é possível chegar de funicular ou depois de caminhadas ultra-recomendáveis e panorâmicas.


Cáceres | Extremadura
Cáceres sempre esteve nas rotas político-comerciais desde a antiguidade. Vários povos pré-romanos ocuparam a sua localização original seguidos pelos romanos, árabes, judeus e cristãos, pessoas de culturas diferentes que moldaram a cidade de um modo visível na arquitectura e história.


Capileira | Andalucia
Capileira situa-se no desfiladeiro o Rio Poqueira, na região das Alpujarras, perto de Granada e da Sierra Nevada. A região das Alpujarras é conhecida por ter sido o último reduto dos mouros na Península Ibérica e é o sítio perfeito para estar em contacto com a natureza.



Vámonos!


6 de setembro de 2016

mercados [para nos perdermos]


Para ficar com uma boa ideia de como são as coisas num país ou região, gosto sempre de visitar o mercado local. Quer seja para me tentar misturar com as pessoas, experimentar a gastronomia ou simplesmente encontrar um souvenir, sinto que visitar mercados eleva e apura a minha experiência de viagem.
Dos superabundantes empórios de produtos alimentares gourmet, aos coloridos bazares e souks do médio oriente, às feiras da ladra mais vintage, os mercados são uma montra do dia-a-dia da vida das pessoas e permitem aos visitantes mergulhar a fundo na cultura. 
Deixo aqui alguns mercados absolutamente imperdíveis, onde em muitos é preciso estar preparado para regatear e em todos é garantido sair de lá a pensar que devia ter viajado com mais espaço livre na mochila.

Paris
Não é à toa a paixão dos parisienses pela gastronomia. Paris tem dezenas e dezenas de mercados de comida ao ar livre. No mercado da Avenue President Wilson no 16eme arrondissement (4as e sábados, manhãs) encontramos a melhor fruta, legumes, pão, peixe e claro, queijo, no fundo tudo o que precisamos para um belo picnic nos muitos jardins que a cidade oferece. 


Marrakech
Dizem que deambular nos souks de Marrakech é uma das melhores experiências de “shopping madness” do mundo. Na prática são vários souks especializados em várias coisas interligados por ruelas labirínticas, onde encontramos tapetes, especiarias, cerâmicas, sandálias, têxteis, candeeiros, jóias, feitiços e poções de amor. 
Marrakech especializou-se em tudo.


Amesterdão
Em Amesterdão descobrimos o único mercado de flores flutuante do mundo, um dos locais mais interessantes da cidade com uma sazonalidade muito própria. Neste mercado encontramos todo o tipo de tulipas, mas também outras flores e os seus bolbos que podemos trazer para plantar em casa.  


Kathmandu
Em Kathmandu é preciso estar preparado para o caos, o mercado é “onde o Homem quiser”. Para além de bancas com as roupas tradicionais, artesanato colorido, estátuas religiosas ou telemóveis, qualquer degrau de templo é bom para montar o estaminé e vender uns legumes.


Pisac
O Mercado de Pisac é um dos mais famosos mercados na região de Cusco, no Peru.
Hoje em dia grande parte do mercado está direccionado para o turismo, com artesanato variado, ponchos, chapéus, instrumentos musicais andinos, produtos de alpaca etc, mas aos domingos as comunidades locais quechua descem das montanhas e assentam arraiais na praça principal para vender os seus produtos e adquirir mantimentos para a semana, dando ao mercado maior sensação de autenticidade.


Xian
As cidades encruzilhada são tradicionalmente grandes cidades comerciais. E tal como Marrakech no norte de África ou Kathmandu nos Himalaias, Xian era a cidade encruzilhada da Rota da Seda. Esse tempo já lá vai mas ficou o mix cultural e o espírito mercantil. Foi o que mais gostei de experimentar no Muslim Quarter, a par do Paomo, um guisado de cordeiro com pão, o típico snack de Xian que é (mesmo) delicioso.


Londres
Por toda a cidade de Londres existem mercados de comida, de antiguidades, ou feiras da ladra. Entre eles, o Mercado de Brick Lane no East End onde se misturam cassettes de VHS antigas, bonecas de trapos ou bibelots de loiça, com aspirantes a designers e fanáticos do retro. Por vezes encontramos feiras gastronómicas que nos oferecem uma enorme e ecléctica panóplia de iguarias, do yakisoba japonês ao café blue mountain jamaicano. Como só Londres consegue.


Atenas
O Mercado Central de Atenas situa-se dentro de um edifício metálico do século XIX. Mas poderá ser difícil olhar para o edifício em si com os comerciantes de avental a disputar a atenção dos visitantes. Querem que se veja como o peixe é fresco, como as escamas brilham. 


Istambul
Nesta lista não podia faltar um dos mercados mais antigos no mundo, o Grande Bazaar, no coração do centro histórico de Istambul, desde o século XV.
Barulhento, cheio de pessoas, por vezes claustrofóbico, este labirinto extraordinário começou por ser um pequeno armazém que cresceu engolindo pequenas lojas e caravançarais vizinhos.
No Grande Bazaar vende-se tudo, mas é melhor estar preparado para regatear, regatear muito. 


Barcelona
Por falar em mercados antigos, La Boqueria é outro deles, um mercado de produtos gastronómicos, hoje em dia talvez um pouco difícil de apreciar devido às hordas de turistas, mas ainda assim, um imperdível ícone cultural de Barcelona.


Palermo
Os mercados históricos de Il Capo e Vucciria são locais incontornáveis para quem quiser absorver a atmosfera típica siciliana de Palermo, principalmente de manhã cedo quando o bulício e a algazarra de vozes entusiasmadas é maior.
Vende-se peixe, carne, pasta e aqueles vegetais que podem perder em aspecto mas ganham de certeza em sabor, no fundo todos os ingredientes relacionados com a gastronomia tipicamente italiana.


Delhi
Perto do Red Fort em Delhi, encontramos Chandni Chowk, um dos mercados mais intensos da Índia, senão do mundo, que vende tudo desde saris, pulseiras, amuletos religiosos, comida, DVD's de clássicos Bollywood ou electrodomésticos. Caminhar pelas suas ruelas altamente congestionadas poderá ser uma tarefa hercúlea, mas certamente memorável.


Bangkok
Uma das grandes atracções de fim de semana, quando em Bangkok, é ir ao popular Chatuchak Weekend Market. De tudo o que se pode imaginar, é certo que se vende lá: roupa interior, insectos fritos, imitações baratas de marcas caras ou animais de estimação, para além dos habituais souvenirs, tecidos tailandeses, artesanato, especiarias asiáticas. É calçar uns sapatos confortáveis e estar preparado para gastar até ao último baht.


Dubai
E para acabar, o Gold Souk do Dubai, com a sua enorme colecção de lojas e sua notável variedade de produtos a preços excepcionalmente razoáveis. Montra após montra, um mar infinito de pulseiras, colares e anéis, de diamantes, esmeraldas, rubis e safiras, de platina, ouro e (raramente) prata.
O Gold Souk no Dubai é uma experiência bem capaz de nos deixar os olhos a cintilar.



Shop 'till you drop!

25 de agosto de 2016

100 anos de National Parks [e +20 razões para ir aos States]

No dia em que se celebra o primeiro centenário de National Park Service, a organização que gere os Parques Nacionais e centenas de outros locais de interesse histórico, cultural e natural dos Estados Unidos, deixo aqui algumas imagens que podem muito bem acrescentar linhas a qualquer lista de motivos para visitar o país do Tio Sam.
No processo desta minha compilação, reparei que não tenho fotos dos Parques que visitei antes da “era digital”, há quase 20 anos. 
Isso só pode querer dizer que está na hora de voltar. Venham daí:

Arches National Park | Utah
Este Parque Nacional concentra o maior número de arcos naturais pacientemente esculpidos pela água e pelo vento ao longo das eras. O ex-libris desta exposição de obras de arte naturais é o Delicate Arch, símbolo do Utah, maravilhoso ao pôr do sol e a qualquer outra hora do dia.


Bryce Canyon National Park | Utah
Apesar de não ser tecnicamente um canyon, o grande anfiteatro do Bryce Canyon prova que a Natureza padece de uma imaginação atrevida.
Aqui, descobrimos milhares de hoodoos (que é como se chamam estas formações rochosas), envoltos em misticismo e histórias indígenas, de formas tão bizarras que é normal pensar que talvez tenhamos chegado a outro planeta. 


Canyonlads National Park | Utah
O melhor de estar na paisagem vermelha do Utah é encontrar miradouros de onde temos aquelas vistas em que conseguimos perceber a curvatura da Terra. Um destes sítios é Island in the Sky, um dos hot spots do Parque Nacional de Canyonlands, onde podemos apreciar a confluência dos Rios Colorado e Green. 


Ali perto está o Dead Horse Point State Park, onde nos podemos surpreender com os caprichos do Rio Colorado e comprovar todo o espectáculo massivo que a erosão provocou na paisagem.



Cedar Breaks National Monument | Utah
Mais ou menos a 3000m de altitude encontramos outro anfiteatro muito especial, parente do Bryce Canyon. Dada a altitude a que se situa, não é anormal encontrar neve, mesmo no fim da Primavera. 


Natural Bridges National Monument | Utah
Por falar em Obras de Arte, ainda no estado no Utah, porventura o estado com maior profusão destes acidentes geológicos, existem 3 pontes naturais que nos convidam à reflexão sobre o poder dos elementos. As pontes chamam-se Kachina, Owachomo e Sipapu homenageando o povo nativo americano Hopi que vivia na região. 


Zion National Park | Utah
No mundo pré-Matrix, para mim Zion era apenas sinónimo de fenómenos rochosos espectaculares, um trilho hiper panorâmico até Angels Landing, lagos cor de esmeralda e a maior mesa de xadrez do mundo.


Canyon de Chelly National Monument | Arizona
O Canyon de Chelly é habitado há mais de 5000 anos, desde as tribos Anasazi até às famílias Navajo que nos dias de hoje aqui construíram as suas casas, criam os seus animais e cultivam a terra. Para além de ser um local lindíssimo também tem enorme importância cultural e histórica.    


Grand Canyon National Park | Arizona
O Grand Canyon é conhecido por ser a estrela da companhia dos Parques Nacionais.
Da orla do desfiladeiro mais famoso do planeta encontramos vistas de uma amplitude incrível para o Rio que serpenteia 1km abaixo. O Colorado foi talhando a rocha camada a camada e é o principal responsável pelo caleidoscópio de cores que se vai revelando à medida que o nosso olhar mergulha no Canyon.


Yosemite National Park | California
No vale encantado de Yosemite encontramos muita diversidade de belezas naturais, sejam cascatas, as maiores da América do Norte (Yosemite Falls), sequóias e outras árvores gigantes, caminhadas até locais inesquecíveis (Half Dome) e o maior monolito de granito do mundo (El Capitan).
Yosemite é o parque de vários superlativos.


Sequoias National Park | California
No Parque Nacional das Sequóias, os superlativos continuam num espaço que guarda as maiores árvores do mundo.


Grand Teton National Park | Wyoming
Grand Teton situa-se na fronteira Noroeste do Wyoming com o Idaho e é constituído por uma cadeia de montanhas que, todas juntas, compõem uma admirável fortaleza alpina de neve, rocha e gelo, um mundo aparentemente intocável e distante, pertencente à grande cordilheira das Montanhas Rochosas norte-americanas. 
É um local excelente para desfrutar do contacto com a Natureza e tentar avistar um urso grizzly, ou dois. 


Yellowstone National Park | Wyoming
O Parque Nacional de Yellowstone situa-se no coração de um vulcão gigante semi-adormecido, que para além de ser um santuário de vida selvagem, tem toda aquela inacreditável colecção de pontos geo-termais, nascentes de água quente, lagos coloridos, fumarolas e claro, géiseres, nomeadamente o icónico Old Faithful e as suas inconfundíveis manifestações explosivas.


Bighorn Canyon National Recreation Area| Montana
A construção da barragem de Yellowtail criou um lago artificial com as águas do Rio Bighorn. Esta é uma área com características muito especiais: partilha da Reserva de Índios Crow, da zona protegida de cavalos selvagens Mustang e o Rio é doce, navegável e espectacular. 


Little Bighorn Battlefield National Monument | Montana
A batalha de Little Bighorn foi uma das batalhas históricas dos Estados Unidos e representou o choque entre dois modos de vida: os índios contra a cavalaria.
Foi a acção militar mais importante da Guerra das Black Hills de 1876 e terminou com uma vitória esmagadora dos índios, liderados por grandes guerreiros como Crazy Horse e Sitting Bull.


Devil’s Tower National Monument | South Dakota
Foi declarado monumento nacional pelo próprio presidente Theodore Roosevelt em 1906. Várias tribos das grandes planícies como os Lakota, Shoshone, Crow, Blackfeet, Arapaho, entre outros, consideram-no um local sagrado onde todos os anos acontecem vários rituais e cerimónias.


Mount Rushmore National Memorial | South Dakota
Washington, Jefferson, Theodore Roosevelt e Lincoln, os 4 presidentes que comemoram a fundação, expansão, preservação e unificação dos Estados Unidos, respectivamente, num local que inflama os mais recônditos sentimentos patrióticos. 


Badlands National Park | South Dakota
As Badlands são antigos depósitos de fósseis com mais de 25 milhões de anos que se transformaram em formações rochosas inesperadas, pradarias de perder de vista e o local predilecto de numerosas manadas de búfalos.



Menções honrosas:
Apesar de não serem National Parks achei por bem incluir aqui 2 locais que me deslumbraram pela sua magnitude. Já vão perceber porquê:

Crazy Horse Memorial | South Dakota
Quando estiver finalizada, a estátua do guerreiro Crazy Horse montado a cavalo, apontando para o horizonte, poderá tornar-se a maior estátua do mundo. Mas ainda está longe do fim. Por enquanto vai progredindo lentamente, desde 1948, mas não deixa dúvida alguma de que será assim qualquer coisa de espectacular.


Monument Valley | Arizona
O Monument Valley é um Navajo Tribal Park e situa-se dentro da Navajo Nation, a região semi-autónoma que ocupa parte dos estados do Arizona, Utah e Novo México.
Foi um dos locais que mais gostei de visitar, daqueles que parece que já conhecemos como a palma da mão, mesmo antes de lá chegar.


Hit the road!

5 de agosto de 2016

vilas italianas [mais ou menos] perto do mar

Começa o mês de Agosto e eu começo a pensar em férias no Mediterrâneo. 
É assim todos os anos.

Mais concretamente no Mediterrâneo italiano.
Quem não gosta daquele espírito boémio do “dolce far niente”, da boa vida, do sol a escaldar, dos passeios de barco num mar azul-turquesa até onde a vista alcança, das descobertas culturais rodeadas de arquitectura renascentista, das noites quentes, da boa comida, tudo no ambiente sensual, vintage e por vezes decadente em que os italianos, no seu cantinho à beira do Mediterrâneo plantado, se tornaram especialistas, como ninguém.

Deixo aqui algumas vilas italianas espectaculares, umas mais perto do mar, outras mais longe, mas todas capazes de nos arrebatar. 


Porto Cervo | mais perto
Esta vila exclusiva da Sardegna foi fundada apenas nos anos 60 pelo príncipe magnata Aga Khan e é o principal porto da Costa Smeralda. A vila é um dos destinos turísticos mais prestigiados do mundo, respira luxo e é conhecida por ser um dos retiros preferidos do jet set internacional.
E claro, nos arredores encontramos as mais oníricas spiaggias do mare nostrum.


Tropea | mais perto 
Tropea é uma vila no litoral da Calábria. Situa-se num segmento de costa do Mar Tirreno designado por Costa dos Deuses, que vai alternando entre falésias dramáticas e praias de areia branca, sempre com uma água maravilhosa e transparente a acompanhar. Tem um centro histórico pitoresco empoleirado no penhasco e é o ponto de partida perfeito para incursões às ilhas Eolie, na Sicília.  


Siena | mais longe
Siena, na Toscana, não é propriamente uma vila, é uma cidade com um centro histórico apaixonante, de tradições muito bairristas e palco de uma das corridas de cavalos mais alucinantes do planeta, Il Palio. Este é um dos meus cantinhos preferidos de Itália e quando estou por lá parece sempre que todos os meus caminhos vão dar a Siena. 


Riomaggiore | mais perto
Riomaggiore faz parte das ultra-fotogénicas Cinqueterre na costa da Liguria. Uma sucessão de casinhas altas e estreitas de paredes amarelas, cor-de-rosa e laranja, pontuadas por janelas verdes que vão subindo colina acima. Esta vila piscatória é um festim de cores vivas a contrastar com o azul do mar. 


Matera | mais longe
As ruas de Matera, no interior da província de Basilicata, no sul da Itália, só enchem para a "passegiata" por volta das 18h, quando as famílias, vizinhos e comadres se juntam para a coscuvilhice diária. Também é por volta das 18h que começa o espectáculo do entardecer nas "sassi", as casas escavadas na rocha que parecem ir mudando de cor à medida que o sol mergulha no horizonte desta vila cinematográfica.


Portofino | mais perto
A vegetação luxuriante que garante privacidade aos jardins das casas apalaçadas dá o mote para o ambiente de uma das vilas mais exclusivas do litoral italiano, na província da Liguria.


Bologna | mais longe
Bologna, na Emilia-Romagna, outra cidade com um centro histórico cativante: as suas icónicas 2 Torres, os seus pórticos românticos, o seu Duomo dramaticamente inacabado e a sua cor vermelha. Um must para os fãs de arquitectura e para os foodies que por aí andam, ou não fosse esta cidade a capital gastronómica de Itália.


Ostuni | mais perto
Ostuni é uma das vilas mais bonitas da Puglia. As casinhas brancas no topo da colina parecem dispostas em cascata, com vista para uma paisagem campestre repleta de oliveiras e para o Mar Adriático a cintilar a poucos quilómetros de distância.


S. Gimignano | mais longe
Esta pequena vila na Toscana, que hoje é provavelmente a vila mais visitada de toda a Itália, era uma cidade próspera no séc XIII. Na altura a prosperidade media-se em altura, por isso, nesta Manhattan medieval era especialmente importante ter uma torre mais alta que o vizinho.


Taormina | mais perto
Taormina é um dos destinos mais cobiçados da Sicília, uma vila localizada à beira de um penhasco com praias lindíssimas, ruínas romanas e uma vista espectacular para o Monte Etna. 


Portovenere | mais perto
Portovenere, o Porto de Venus, remonta ao tempo dos romanos e fica numa península rochosa no Golfo dos Poetas. Era uma paragem obrigatória nas rotas dos navegadores genoveses e uma vila popular entre escritores como Lord Byron. Com o seu pequeno porto de casas coloridas e ruas estreitas que sobem até ao castelo é uma vila maravilhosa para visitar no Verão.



Let's go!